uma chargetinha...
duas chargetinhas...
com relação a esta charge aqui, vocês sabem do que estou falando, não?

ALBERTO BENETT - 7:58 PM
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Domingo, Julho 22, 2007
Entendo...pessoal pró-Lula diz que pego pesado com o barbudo e que, segundo eles, toda essa onda de críticas contra o governo é coisa da Veja, da Folha, do Estadão, etc. Ora, meus ídolos cartunistas me ensinaram que não existe charge à favor, nem que a própria mãe se torne presidente. Dizem que, eu sendo contra o governo, sou à favor do pessoal que está "por trás" do denuncismo praticado pelos veículos citados. Pelamordedeus! Chargista tá cagando para o lado que está no poder. Foda-se se for o Lula, o FHC ou mesmo a própria mãe. Charge é pra contestar, nunca para enaltecer ninguém, capicci? Parece óbvio, mas é bom deixar isso meio claro, tá ligado?
PS. to falando sem odio no coração. é que, muitas vezes, parece que o tom é de um cara babando de raiva, com sangue nos olhos e tal. Não, não...eh na boa. Tá ligado?
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Pessoal pró-Lula fala que esse problema da aviação/infraero/anac e essas merdas todas vêm dos tempos do FHC. Claro que vem, e vem dos tempos do Sarney, do Itamar, do Collor, do Figueiredo e todos os outros. Mas, o Lula -Waldir Inoperante Pires- teve 10 meses para acabar com isso e não o fez. Vaia pra ele, então.
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ALBERTO BENETT - 8:22 PM
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Quinta-feira, Julho 12, 2007
eh bom ler: http://blogdomino.blig.ig.com.br/
três charjaras (charginhas mais jaguaras!!!)
nesta primeira o desenho saiu meio bem Angeli. na real fiquei com medo de finalizar -e um pouco de preguiça também, e ficou assim, lapis e aquarela de photoshop. uma precaria homenagem ao melhor chargista brasileiro da atualidade. e, por atualidade, entenda-se umas três décadas!
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ALBERTO BENETT - 7:15 PM
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Sexta-feira, Julho 06, 2007
três charjonhas (charginhas sem-vergonhas...).
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eles estão dizendo em editorial o que nós dizemos em charges: o biocombustível é uma alternativa ótima, mas o efeito colateral é péssimo: desmatamento, escravidao... os usineiros estão excitadíssimo para produzir riqueza mas, como sempre, não querem dividí-la com ninguém.
06/07/2007 - 06h38
Europa 'não quer etanol sujo do Brasil', diz jornal
Uma matéria do jornal espanhol El Mundo diz nesta sexta-feira que a União Européia não quer "etanol sujo" do Brasil.
O termo é uma referência à desconfiança do bloco dos 27 em relação às práticas de cultivo de açúcar brasileiras, vistas por líderes europeus como potencialmente danosas ao meio-ambiente.
Em uma conferência internacional sobre biocombustíveis em Bruxelas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva procurou convencer a audiência européia de que o Brasil inspecionará seu etanol de exportação, para certificar que o produto respeita critérios ambientais, sociais e trabalhistas.
"O presidente Lula falava ontem em tom idealista sobre 'o cuidado com o planeta Terra'. Mas os europeus não esquecem a queima maciça dos campos no processo de produção do etanol, e a tentação de estender ao Amazonas os cultivos de açúcar para obtê-lo", disse o jornal.
"Bruxelas advertiu o país amazônico que não importará seu biocombustível se for produzido de forma insustentável".
Escravidão A desconfiança em relação ao etanol brasileiro foi manifestada também pelo italiano La Repubblica, que recordou a recente libertação de 1.106 trabalhadores forçados de uma fazenda de cana-de-açúcar no Pará.
Segundo o jornal, Lula - descrito como o líder "que faz o papel de apóstolo dos biocombustíveis" - "não disse (em Bruxelas) que as duas notícias estão interligadas".
"A operação de maquiar as condições de trabalho nas plantações de cana-de-açúcar indica que o presidente precisa enfrentar as críticas contra a solução do etanol, que se tornou o próximo grande negócio da economia brasileira." O La Repubblica reconhece que o combate ao trabalho forçado no Brasil aumentou nos últimos anos, mas ressalva que o "espetacular aumento da produção de cana-de-açúcar" levanta preocupações em relação ao tema.
"Nas plantações de etanol, milhares de camponeses emigrados do nordeste vivem da miserável paga de um euro por tonelada de cana, sujeitos aos abusos dos patrões e da precariedade." Meio ambiente Já o britânico Financial Times centrou sua matéria nas conseqüências ambientais do cultivo de etanol.
Abrindo amplo espaço para os argumentos do governo brasileiro, o diário econômico disse que as novas áreas de plantação de cana-de-açúcar seriam abertas em locais planos, nos quais a automação eliminaria a necessidade da queima da lavoura.
"A cana também não seria cultivada na Amazônia por razões climáticas, embora críticos digam que as plantações podem substituis culturas como a soja, que penetrariam na floresta amazônica." Segundo o jornal, usineiros brasileiros disseram que "os principais obstáculos ao crescimento das exportações de etanol não são ambientais, mas a carência de infra-estrutura de transporte e, principalmente, tarifas e subsídios adotados nos mercados desenvolvidos".
ALBERTO BENETT - 10:47 AM
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Domingo, Julho 01, 2007
charnecas...
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Idéias perigosas...
Uma das fórmulas para se fazer uma charge é a associação de dois temas distintos do cenário cotidiano num só desenho, para se construir uma só piada/idéia. Eu mesmo uso muito essa fórmula. Mas vi por aí umas charges em que mostravam a polícia do Rio, que invadiu e "dominou" o Morro do Alemão, tomando o Congresso para prender os bandos, quadrilhas e párias em geral que agem por lá. Achei legal e tal, mas é uma idéia meio perigosa imaginar não-civis invadindo o Congresso, por pior que seja ele...enfim, a última vez que isso aconteceu, não me parece que foi tão proveitoso. Principalmente porque eles usavam métodos de massagem envolvendo unhas e felpas de bambu, que não estão na minha lista das "coisas que eu queria fazer antes de morrer". Mesmo porque, é bem possível que eu morresse durante a sessão de massagem.
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Esse pessoal devia fazer tratamento dentário com "pés-de-cabra"...
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/auto=1797.htm
